Anarquismo

Copa do mundo 2014 no Brasil sera um erro

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A Copa do mundo no Brasil em 2014 custara aos cofres públicos aproximadamente 30 Bilhões de dólares, isto é o dobro de investimentos feitos nas 2 copas anteriores ou seja custara muito mais muito caro, para terem uma noção as ultimas 3 copas do mundo juntas custarão aproximadamente 26 Milhões de dólares.

No entanto em um pais que tem a Policia mas despreparada corrupta e com autos índices de abusos de autoridade com policiais mal pagos e com péssimas condições de trabalho assim como professores e funcionários públicos., não tem um transporte publico de qualidade metros e ônibus com a passagem cara e superlotados, um pais aonde o analfabetismo atinge 21% da população e pode chegar em média 10% , um pais que tem a posição do ranking de 81 no desenvolvimento humano e onde 13 milhões de pessoas passam fome todos os dias, um pais aonde milhões de pessoas morrem esperando por tratamento médico.

A maioria dos políticos argumentam que a Copa do mundo e as olimpíadas são o incentivo que o pais precisava para crescer e ficar melhor, mas então para que estamos pagando impostos todos estes anos ? este dinheiro esta indo para onde?

A população brasileira é levada a crer que a Copa do mundo será a mudança que eles precisavam para tornar sua vida melhor porem a grande parte do dinheiro gerado pela Copa do mundo ira direto para a FIFA e para grandes corporações multinacionais e nós nem sequer veremos a cor deste dinheiro, e o capital que vem turistas e investidores ira direto para a mão daqueles que já te dinheiro.

É possível que o vendedor ambulante ou a Pousada se beneficie naquela temporada mas será mesmo que este beneficio será duradouro ou mudara a vida do trabalhador que sofre todos os dias debaixo do sol quente para poder sustentar sua família e dar um futuro a seus filhos? exato, NÃO.

AS UPP´s Unidade de Policia Pacificadora estão agora entrando nas favelas e removendo os criminosos de lá assim como estão removendo os viciados de crack da cracolândia em São Paulo, porem estas atitudes tomadas pelo estado são temporárias e tem por todo o enderece limpar as cidades do “Politicamente Incorreto” e deixar  Brasil “Limpo” na copa para passar uma boa imagem ao estrangeiro, isso é limpar a sujeira para debaixo de um tapete e e encontrar uma solução temporária para um problema muito mais profundo e milenar.

No periudo de construção dos estádios para Copa do Mundo de 2014 e para as olimpíadas milhões de pessoas perderam sua casas, foram despejadas e humilhadas sem receber apoio financeiro ou psicológico ou até mesmo sem ter lugar para ficar, milhões de despejos ilegais foram realizados pelo governo do Rio de Janeiro assim como de diversos outros estados e locais aonde deveriam ser construidos os estádios para a copa, estas pessoas estão sendo removidas contra sua vontade suas casas são simplesmente marcadas e destruídas e suas famílias expulsas para dar lugar a grandes corporações e estádios da Copa sem nenhuma garantia de futuro.

Até mesmo os índios brasileiros parte de nossa cultura e desenvolvimento foram brutalmente expulsos do “Museu do Índio” aonde costumavam viver e chamar de lar para dar espaço ao o comitê olímpico da copa, “Eles não reagiram?” sim e com a ajuda do povo protestaram contra a desocupação porem foram violentamente reprimidos pelo braço armado e incompetente do estado a Policia Militar e seus lacaios, milhares de índios e pessoas foram atingidas por balas de borracha sprays de pimenta e muitas sofreram os efeitos do gás lacrimogênio.

O povo brasileiro precisa de saúde educação, e não de estádios nosso pais não tem estrutura para portar um vento deste, logo que a base da sociedade que é a saúde,educação e segurança nosso pais não tem e do jeito que esta não terá por um bom tempo, porem não há o que reclamar logo que todos estes problemas são acarretados pelo modo de organização que foi esta implantado em nosso pais assim como em muitos outros tudo isso é consequência do capitalismo e de sua regras leis, autoridades, não devemos somente lutar por melhorias, mas também criar assembleias populares horizontais para debater novos meios de organização social e de luta tendo estas assembleias a ação direta como o principal foco para a emancipação popular.

Abaixo alguns vídeos e fontes sobre o tema acima é muito importante o compartilhamento deste texto e destas informações, o texto é livre e pode ser copiado e divulgado assim como o vídeo mesmo sem os créditos fiquem a vontade.

Anonymous Operação #BoicoteACopa

Vídeo de brasileira falando sobre a copa no exterior.(Legendado)

Vídeo de brasileira falando sobre a copa no exterior. (Original)


A Caminho da Copa – http://www.youtube.com/watch?v=nFcA2P…
Comitê Popular do Rio http://comitepopulario.wordpress.com/
A Nova Democracia (The New Democracy)- https://www.facebook.com/jornalanovad…
Domínio Público (Public Domain)- http://vimeo.com/50479054
Witness – http://www.youtube.com/playlist?list=…
http://blog.witness.org/
Copa pra quem? https://www.facebook.com/copapraquem?
Conectas http://www.conectas.org/
http://www.conectas.org/politica-exte…
http://www.theworld.org/2012/08/brazi
Marcelo Lacerda – http://vimeo.com/24851532

 

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Liberdade online, segundo o anarquismo

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A diferença é que hoje, com a internet, os fenômenos libertários não são mais utópicos ou marginais. Pelo contrário. De cara, a internet fez uma baita revolução contra a TV ao juntar o emissor com o receptor da mensagem. No lugar da passividade, a ação direta. A web também abriu a era do conhecimento livre e compartilhado. A largada foi dada nos anos 80, quando o programador americano Richard Stallman bolou um sistema operacional de código aberto e o chamou de GNU (sigla para “GNU não é Unix”, em alusão a um sistema operacional da época). Com ele, você mesmo corrige e melhora o trabalho de outros. Em 1991, surgiu o filhote mais famoso do GNU: o Linux, um sistema aberto alternativo ao monopólio do Windows que inaugurou a onda dos produtos feitos por voluntários e distribuídos de graça. Era o início do chamado movimento software livre. Hoje, esse método é usado até em videogames. Nos games mods (de “modification”), o jogador tem acesso ao código- fonte do game, podendo modificar as regras, os cenários e até os personagens.

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Em 1994, outra revolução veio com o conceito wiki, baseado na colaboração de todos os habitantes do planeta que tenham conexão a internet. “Não me considero anarquista, mas há algo de anarquismo no wiki já que nele tudo é feito de baixo para cima”, disse à Super o programador americano Ward Cunningham, criador do sistema wiki. Não demorou para que esse conceito inspirasse a Wikipedia, a enciclopédia grátis da internet cujos artigos são escritos a várias mãos. Ao contrário dos catataus de quando você era criança, na Wikipedia os textos são alterados pelos leitores à medida que o conhecimento avança. É como o que dizia Bakunin sobre o esforço coletivo para libertar a sociedade.
No mundo dos negócios, a onda wiki inspirou o livro Wikinomics, que está sendo escrito pelo consultor canadense Don Tapscott. “Ao aproveitar a tecnologia da colaboração planetária, os funcionários, clientes, fornecedores e até competidores estão mudando a forma de elaboração de produtos e serviços”, afirma ele. Um exemplo disso é o portal YouTube, que reúne 100 milhões de vídeos grátis – 65 mil vídeos novos por dia. O portal abriga de tudo, de vídeos feitos por quem assiste até programas das emissoras convencionais. Com 20 milhões de visitas por mês, essa nova (des)organização vem mudando as regras da indústria do entretenimento. A gravadora Warner se associou ao YouTube para distribuir discos; as TVs CBS e NBS também fizeram acordos para difundir seus seriados; e o cantor Beck já anunciou que as faixas e os clipes do novo cd vão estar de graça no site.
Empresas como o buscador Google, que se baseiam no comportamento de gente do mundo inteiro, também viraram motivo de análise. Em The Wisdom of Crowds (“A Sabedoria da Multidão”), o jornalista americano James Surowiecki afirma que grandes grupos são mais inteligentes que uma elite. São melhores para inovar e resolver problemas. “O melhor grupo de decisão vem de múltiplas decisões de indivíduos independentes”, afirma Surowiecki, repetindo o que Proudhon dizia, 160 anos atrás.
Mas essa colmeia digital também sofre críticas. Para o cientista de computação Jaron Lanier, que popularizou o termo “realidade virtual”, a colaboração planetária acaba com a criatividade individual para formar uma massa sem rosto, que ele chama de “maoismo digital” (em alusão ao regime do ditador chinês Mao Tsé-tung). Para ele, esse esforço coletivo acaba reproduzindo a vida rotineira de uma colmeia e nivelando por baixo o produto final. “A beleza da internet é conectar as pessoas. O valor está nos outros. Entretanto, se começarmos a acreditar que a internet em si é uma entidade que tem algo a dizer, vamos desvalorizar essas pessoas e nos fazer de idiotas”, afirma.

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No campo da ciência, os ideais libertários confrontam-se com a crescente restrição do livre fluxo de informação científica. Um estudo publicado pela Associação Médica Americana em 2002 mostrou que 47% dos geneticistas não puderam ver trabalhos de colegas devido a leis restritivas, um aumento de 34% em relação ao estudo anterior, de meados dos anos 90. Muitos acabam fazendo pesquisas já realizadas por outros cientistas. É aí que entra em cena o Creative Commons, uma ferramenta que conjuga propriedade intelectual com maior acesso. Na prática, o autor continua tendo alguns direitos sobre a obra, mas não todos; e o público se beneficia com mais obras disponíveis. Em pouco mais de 3 anos, essa iniciativa já licenciou 140 milhões de trabalhos na web por meio do Google. “Não somos contra o copyright, que no fim das contas é um monopólio garantido pelo Estado. Porém, contamos com voluntarismo, cooperação, descentralização, bases do pensamento anarquista“, diz Mike Linksvayer, do Creative Commons. Para o escritor e teórico de cibercultura Bruce Sterling, esse é o modelo ideal. “Tem forte influência de idéias coletivistas, ao contrário do download de mp3″, afirma ele. “Prejudicar os interesses econômicos das pessoas não é coletivismo, mas pirataria.”

Ainda mais próximo do ideal anarquista é o chamado copyleft, que faz trocadilho com o copyright (right é direita, left é esquerda): ele permite a reprodução do material para fins não comerciais, desde que citada a fonte.

Muita gente duvida que esse sistema vigore um dia. Mas, para Eben Moglen, professor de direito da Universidade de Columbia, esse dia está mais perto do que pensamos. No artigo Anarquismo Triunfante: Software Livre e a Morte do Copyright, ele afirma que o software livre foi o primeiro passo rumo ao fim da propriedade intelectual. “Temos uma visão de como será o futuro da criatividade humana em um mundo de interconexão global.”

Via : Anarquista.Net

Anarquismo sem adjetivos

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O anarquismo sem adjetivos é uma ideia que defende que diferentes escolas de pensamento anarquistas podem e devem conviver simultaneamente. Dá espaço à voluntariedade das pessoas (sobre seus corpos, mentes e bens) para eleger o tipo de associação que considere cada um mais favorável e preconiza a livre experimentação de modelos legais e econômicos.
A origem do termo data do ano 1890, durante uma polêmica sobre um sistema econômico para o anarquismo entre os mutualistas, anarco-coletivistas e comunistas libertários de vários países, publicada no jornal francês La Révolte, quando Fernando Tarrida del Mármol enviou uma carta ao periódico expondo como se interpretava no movimento libertário espanhol a questão do desenvolvimento de uma sociedade anarquista:
[…] acreditamos que ser anarquista significa ser inimigo de toda autoridade e imposição, e por conseqüência, seja qual for o sistema que se preconize, é por considerá-lo a melhor defesa da Anarquia, não desejando impô-la a quem não a aceita.

Para estes anarquistas as preferências econômicas são consideradas de “importância secundária” frente à abolição de toda autoridade involuntária e permanente, e a livre experimentação é a única regra de uma sociedade livre. Rudolf Rocker disse sobre os diferentes tipos de anarquismo:
(apresentam) somente diferentes métodos da economia, possibilidades práticas que ainda não se comprovaram, e que o primeiro objetivo é garantir a liberdade pessoal e social dos homens não importa sobre que base econômica ela se dê.

Anarquistas conhecidos que chegaram em algum momento a se considerarem eles próprios sem adjetivos, foram Errico Malatesta e Voltairine de Cleyre. Atualmente também existem anarquistas que se denominam “sem adjetivos”:
Não tenho nenhum prefixo ou adjetivo para o meu anarquismo. O sindicalismo creio que pode funcionar, como pode o anarcocapitalismo de mercado livre, o anarco-comunismo, inclusivo anarco-ermitãos, dependendo da situação.

AnarcoColetivismo – Anarquismo Coletivista

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O Anarquismo Coletivista ou AnarcoColetivismo é uma das vertentes clássicas do anarquismo. Trata-se de uma corrente de pensamento econômica anarquista.

O coletivismo tornou-se um movimento anarquista dominante sob a influência do revolucionário russo Mikhail Bakunin, discípulo de Pierre Joseph Proudhon, que deixou o cuidado dos camponeses e artesãos, visando um futuro em que o trabalho organizado tenha sido separado do capital, e cada grupo de trabalhadores tenha o suficiente para gerir os seus próprios meios de produção.

A propriedade dos meios de produção, distribuição e troca devem ser socializadas, administradas coletivamente pelos próprios trabalhadores reunidos em pequenas associações por afinidade onde cada um deles produz segundo a sua vontade (ou segundo o acordado) e cada um deve receber o produto íntegro de seu trabalho segundo seu mérito particular. Estas associacões a sua vez estariam confederadas através do principio federativo. No entanto este sistema federal deve buscar, segundo os coletivistas, respeitar e mesmo ampliar a autonomia das associações que autogestionam os meios de produção.

Foi defendido por, entre outros Mikail Bakunin (que enunciou seus princípios), James Guillaume e Ricardo Mella. Seus seguidores foram expulsos da Primeira Internacional pelas discrepâncias com o pensamento de Karl Marx que havia definido através de sua autoridade a hora de afrontar os problemas do proletariado. As ideias de Bakunin de contraposição do Estado e a necessidade da ação direta forjaram essas discrepâncias com a conseguinte criação do anarquismo militante como movimento operário internacional organizado. O anarcossindicalismo rapidamente colocaria em prática várias destas ideias.

Anarquismo Budista

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Anarquismo budista ou Budismo anarquista é uma vertente de ação, reflexão e pensamento formada a partir dos ensinamentos budismo aceitos e entendidos sob o prisma do anarquismo filosófico. Surge e se desenvolve entre expoentes da Geração Beat como Gary Snyder e Diane di Prima. Alguns reconhecem como marco inicial o ano de 1961 em que Gary Snyder publicou um ensaio intitulado “Anarquismo Budista”.

Anarquismo-budista

Outros que apontaram conexões entre o budismo e o anarquismo incluem Edward Carpenter, Ananda Coomaraswamy, Lala Hardayal Liu Shipei, John Cage, Kenneth Rexroth, Allen Ginsberg, Jackson MacLow, Peter Lamborn Wilson, John Moore, Kerry Thornley, Max Cafard, William Batchelder Greene, assim como o situacionista Ken Knabb.
Mesmo Piotr Kropotkin a seu tempo já apontava para o fato que as comunidades budistas de outrora viviam e colocavam em prática o princípio do mutualismo, e o historiador do anarquismo no Japão, Mattey Turner encontrou evidências que apontam para o fato de alguns sacerdotes budistas terem se envolvido com o movimento anarquista naquele país no início do século XX.

Anarco Pósesquerdismo – Anarquismo PośEsquerdista

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Anarquia Pósesquerdismo ou Anarquismo pósesquerdista, ou ainda Pós-esquerdismo é o nome de uma corrente anarquista crítica que problematiza a relação do anarquismo com a esquerda tradicional. Alguns pós-esquerdistas buscam formas de escapar do confinamento das ideologias em geral. Anarquia pós-esquerdismo é marcada pelo foco na insurreição social e a rejeição das formas de organização social vinculadas aos movimentos de esquerda. Esta corrente se desenvolveu rapidamente desde a queda da União Soviética, que resultou no declínio do socialismo autoritário.

Proponentes e difusores

Grupos e iniciativas individuais associadas ao anarquismo pós-esquerdismo incluem CrimethInc., Jason McQuinn, Bob Black, e as revistas Anarchy: A Journal of Desire Armed e Green Anarchy. As idéias associadas a anarquia pós-esquerda foram criticadas por outros anarquistas, notavalmente por Murray Bookchin, na polêmica, Social Anarchism Or Lifestyle Anarchism: An Unbridgeable Chasm, atacando esta corrente recente do pensamento anarquista. Bob Black por sua vez escreveu um livro em resposta aos argumentos de Bookchin chamado Anarquia após o Esquerdismo.

AnarcoSindicalismo

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Anarco-sindicalismo é também conhecido como Sindicalismo Revolucionário,  é a forma anarquista do sindicalismo, também conhecido como sindicalismo revolucionário, por ambos compartilharem vários pontos em comum. Anarco-sindicalistas acreditam que os sindicatos podem ser utilizados como instrumentos para mudar a sociedade, substituindo o capitalismo e o Estado por uma nova sociedade democraticamente autogerida pelos trabalhadores. As organizações sindicais fariam o suporte econômico para o processo revolucionário para uma sociedade comunista libertária.

Seus princípios básicos são:

– Solidariedade operária
Ação direta
Autogestão

História

A união da corrente ideológica anarquista com o sindicalismo não se deu desde o princípio e nem de forma harmoniosa e regular. O primeiro contato foi feito com a entrada de Bakunin e seus adeptos na AIT. Tal inserção foi contestada por alguns anarquistas, como Errico Malatesta, que acreditavam que os sindicatos não eram locais propícios para a prática revolucionária uma vez que serviam a interesses meramente econômicos e, portanto, até mesmo retrógrados em relação a uma possível revolução que deveria estar focada na abolição do Estado e de toda exploração dos homens uns sobre os outros, assim com a autogestão da produção.
No entanto, a difusão do pensamento anarquista nas organizações sindicais ganhou significativa força em países como França, Itália e Espanha.
No Brasil do início do século XX, com chegada dos imigrantes europeus, o desenvolvimento de sindicatos de base anarquista foi predominante.O anarco-sindicalismo foi a principal base de reinvindicações trabalhistas e de grandes greves como foi a Greve Geral de 1917. Neste período a COB e suas seções estaduais como a FOSP, a FORJ, a FORGS desenvolveram grandes atividades, mesmo com a perseguição do Estado e dos patrões. No período denominado com República Velha, as oligarquias cafeeiras controlaram a vida política e econômica do país e combateram com leis contra greves e contra os estrangeiros, deportando diversos. No ápice, foram criados campos de concentração, como da Clevelândia, no meio da floresta amazônica.

Atualidade

Diversas organizações em todo o mundo, como a CNTE-AIT espanhola, CNTF-AIT francesa, a USI italiana, a ASI servia, KRAS russa, COB-AIT, SP-AIT, a FAU-IAA, a FORA argentina desenvolvem atividades e ações tendo o anarcossindicalismo como base e organizam os trabalhadores(as), estudantes, desempregados(as) para o processo revolucionário e na construção do comunismo libertário através de práticas anarquistas.